Rodeada
por montanhas, barrancos e bosques, Tuxtla Gutiérrez
representa uma cidade colonial que nos oferece, em seu mercado,
por um preço muito baixo, colares e pulseiras de Âmbar,
jóias de filigrana e ouro, caixas de madeira incrustada
e máscaras, que nos permitem sentir a sensibilidade dos
artesãos e ourives.
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Há
passeios de lancha onde a fauna se mescla à vegetação
tropical multicolorida.
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Local
supersticioso, em Tuxtla se fala de animais que te protegem,
pessoas que só de te olhar te traram boa sorte ou azar
e de pedras que te protegem do mau olhado. Parece estar em um
conto-de-fadas. Some-se a isso o colorido dos trajes típicos,
o som das marimbas e o encanto do sorriso de seus habitantes.
Visitar esta terra "chiapaneca" é uma das melhores
recordações que você pode levar do México.
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Chiapas,
cuja capital é Tuxtla, nos oferece uma diversidade de
cultura, arte e a etnologia da região em que floresceu
uma das civilizações mais brilhantes e refinadas
da América Central. Você encontra terras baixas,
quentes e úmidas e outras mais altas, com clima temperado.
Esta variedade faz deste lugar um local belo e ao mesmo tempo
interessante.
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Em
Chiapas você encontrará a cidade de Palenque, a
"porta do mundo Maia". Na região norte do estado
você encontra em Palenque riquezas naturais e belezas
arqueológicas.
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Em
Palenque foi feito novo descobrimento recentemente, à
direita do Templo das Inscrições, o chamado Templo
13, no qual há uma tumba e um esqueleto. Este é
um dos muitos descobrimentos que ainda se há para fazer
na região.
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Recomendamos
que visite "El Palacio", uma das zonas arqueológicas
Maias. Ele foi residência de personagens com altos cargos
religiosos e administrativos.
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Há
também o "Templo de las Inscripciones", uma
majestosa pirâmide construída ao dim do século
VII d.C. Em sua parte superior tem três tabuleiros com
inscrições hieroglíficas, daí seu
nome. Em sua parte posterior há a Cripta Secreta, onde
está o sarcófago de Pakal, o "Señor
de Palenque". A lápide que o cobre tem, em sua parte
superior, a máscara do "Señor da Morte",
ao centro um jovem com o tronco e a cabeça deitados para
trás e as pernas ligeiramente levantadas, olhando para
uma planta de milho. Isso quer dizer que assim como o grão
plantado ressurge, o homem enterrado viverá de novo.